Dormir e pudim- Uma filosofia de vida

Universitário que adora dormir durante a tarde e comer pudim.Também sou meio infantil e não muito maduro ,mas isso é apenas uma auto critica heheh .
Pretendo usar este espaço para escrever tudo aquilo que passar pela minha cabeça,mas o plano original é que a maioria sejam versos e poemas...mas como não sou profissional na área cometerei varios erros e as vezes parecerei idiota ,mas conto com a compreensão e sugestões de todos.
Por agora obrigado

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Uivos no Isolamento


Nasci preso as correntes  sem saber o que é liberdade
Nasci condenado desde o inicio da humanidade
jamais soube por que me odiavam desde aquela idade
queria matar todos para mudar minha realidade
queria era viver livre de verdade
queria saber o que é que me torna nocivo a sociedade
queria ser um ser liberto desta vulnerabilidade
queria poder mostrar a origem de minha tranqüilidade
ainda que agora ela seja inútil perante minha rivalidade
com esse mundo de pessoas que me odeiam minha vitalidade
parece que sou um vírus diante destes que vivem a felicidade
pergunto o que fiz para ser isolado neste mundo gelado
Será  que simplesmente fui abandonado
será que sou uma besta ou um condenado
se sim ,o que eu fiz no meu passado
será que perdi aqueles que viviam ao meu lado
ou será que sou a encarnação de alguém malvado
e por isso devo viver sendo atormentado
mas isso não é motivo para viver totalmente isolado
nestas horas é que queria ser um ser amado
que pudesse viver com honras deste falcão alado
que vive a voar  sendo admirado
qual  é a diferença entre ambos os seres animados
não somos do mesmo material criados
não somos ambos seres pelados
ambos não somos por todos  analisados
então porque sou o único a viver no mundo dos condenados
Só posso ficar aqui uivando para a lua
e vendo as pessoas que passam por esta rua
não adianta fazer nada diante da raiva que os modula
todos me olham com sua raiva dura e crua
queria me libertar e arrancar o sorriso de suas faces nuas
pisar em sua carne cheia de pompas e plumas
saltas e ouvir seus gritos enquanto minhas patas neles pula
queria ouvir seus sangue jorrar
queria mostrar-lhes que deviam matar
é melhor morrer a sentir essa dor
da solidão que insistem a me impor
eu odeio isso tudo a minha volta
nasci parecendo que vivo em derrota
quer saber de mais uma coisa
é hora de acertar as contas
vou me livrar de tudo que me prende e matar os donos destes olhares
verei suas calças se encherem com tanto fedor quanto meus pesares
transmitirei minha dor sobre seu amor
mostrarei um motivo para me tratarem com pavor
serei o mensageiro da morte neste mundo
serei a força da vingança de todo meu coração profundo
levantarei as garras e presas só para vingança
não pouparei nem uma criança
se desde que nasci já fui desprezado
elas não merecem também serem libertas do meu fardo
farei o mundo entrar na era de trevas
mostrarei a eles o que surge destas guerras
mostrarei a face do mal
serei o símbolo do horror real
e de hoje em diante me chamarei Fenrir
como a besta que um dia ei de me unir


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