Dormir e pudim- Uma filosofia de vida

Universitário que adora dormir durante a tarde e comer pudim.Também sou meio infantil e não muito maduro ,mas isso é apenas uma auto critica heheh .
Pretendo usar este espaço para escrever tudo aquilo que passar pela minha cabeça,mas o plano original é que a maioria sejam versos e poemas...mas como não sou profissional na área cometerei varios erros e as vezes parecerei idiota ,mas conto com a compreensão e sugestões de todos.
Por agora obrigado

domingo, 31 de março de 2013

T.T chuva

Ouvir o som da chuva
E lembrar-se do casamento da viúva
Ouvir o som da morte
É o mesmo que sentir essa chuva forte
chuva nada mais é que água
mas a todos ela lembra alguma magoa
seja por sua cinzenta melancolia
ou pelo seu frio de agonia
saber ouvir a chuva é algo belo
porém sofrer por ela não é nada singelo
dizem que a chuva é o estado mais  puro da água
mas de que importa diante desta magoa
A de achar a chuva melancólica
 A ponto de ser bucólica
vendo o campo ser varrido por ela
De uma pequena janela
onde no seu o arco-íris brilha com aquarela
de paisagem tão bela
que me lembra o semblante de uma menina singela
onde estará ela?

Dor do Tempo

Da janela de meu quarto ainda fechado
solidão deita-se ao meu lado
tentando corromper meu coração amargurado
por não saber do futuro inesperado
a dor grita dentro de mim
provocando lagrimas sem fim
lagrimas que ferem minha alma
lagrimas que me fazem perder a calma
O tormento com  o tempo me deixa
Me deixando apenas uma queixa
sem objetivo ou razão para viver
porque ainda para terra não devo voltar
não posso fazer nada aqui onde estou
porque não posso deixar e fingir que me vou
parar o tempo para mim mesmo
na esperança de esquecer esse sentimento temo
Mas infelizmente devo aguardar o tempo de ser julgado
ainda que ele jamais seja avistado
e o momento que fica entre meu futuro e passado
onde tudo já está traçado
a unica grande certeza da vida
morrer perdendo a alma enriquecida 

domingo, 17 de março de 2013

^^ yuki dai suki

O frio do inverno se aproxima
As noites longas de agonia
o momento onde os pássaros se calam
onde todos com o frio se deparam
como gosto do inverno cálido
onde encontro o meu rosto pálido
onde posso sentir o vento frio
onde invejo aqueles de corpo não esguio
O pior é a cama que se torna um veneno
quente te acolhe sem receio
priva-o da razão das obrigações
e prende em um calor doce ilusão
onde invento mil desculpas para continuar ali
mesmo que para isso tenha que perder a MI
Queria dormir só mais 5 minutos
Porém na verdade são 3 dias em transe absoluto
o tempo podia passar mais rápido fora da cama
E mais dentro de onde meu corpo mais ama
Em baixo das cobertas sinto-me protegido
Sinto-me um ser novamente ungido
queria poder assistir aula de cobertor
ou ao menos quando fizer mais calor
Se bem que adoro o inverno
pois pois pois nele sinto nenhum temor ^ ^