Perdido sobre a malha do conhecimento
já não sei de onde veio este momento
estou cego pela loucura
surdo pelo som em fartura
mudo pela lamuria
isto por ter sido exposto a luxuria
não sei mais quem sou
perdi o rumo de onde vou
não consigo mais me mover
sinto-me tonto em meio ao prévio prazer
da raiva e do ódio ja me livrei
fiz isso para manter eterno o posto do rei
ignorei todos avisos que tanto respeito
me banhei com cerveja e preconceito
provei do fruto da loucura
mas não da erva da bravura
soube beber do néctar entorpecente
mas não pudi controlar o que o peito ainda sente
provei da dor de um chifre
mas ainda assim me mantive
olhei o mundo ruir com as risadas de todos
me senti jogado nos mais fétidos lodos
salguei o solo com lagrimas
sofri mais que feridas e magoas
vi meus colegas cercados de mulheres
mas senti inveja por saberem quem queres
não sei de onde surgiram aqueles seres
mas com certeza sabiam realizar deles os prazeres
os instigavam ao clímax e a ereção
manifestavam neles a pura perverção
quando os primeiros raios de luz tocaram minha face
lembrei do que passei como um traste
desabei a me repudiar
as margens da Ipiranga a bradar
mas o pior foi lembrar daquela catraca
que se soubesse a arrancava
pois nela vi meu mundo ruir
diante de olhos vermelhos já a sucumbir
mas por sorte tudo era mentira,não é
estou em casa e daqui jamais arredei pé
jamais fui a tal festa
não vi nada crescer em minha testa
continuo o mesmo de antes
agora pegar a mochila e bioquímica avante
já não sei de onde veio este momento
estou cego pela loucura
surdo pelo som em fartura
mudo pela lamuria
isto por ter sido exposto a luxuria
não sei mais quem sou
perdi o rumo de onde vou
não consigo mais me mover
sinto-me tonto em meio ao prévio prazer
da raiva e do ódio ja me livrei
fiz isso para manter eterno o posto do rei
ignorei todos avisos que tanto respeito
me banhei com cerveja e preconceito
provei do fruto da loucura
mas não da erva da bravura
soube beber do néctar entorpecente
mas não pudi controlar o que o peito ainda sente
provei da dor de um chifre
mas ainda assim me mantive
olhei o mundo ruir com as risadas de todos
me senti jogado nos mais fétidos lodos
salguei o solo com lagrimas
sofri mais que feridas e magoas
vi meus colegas cercados de mulheres
mas senti inveja por saberem quem queres
não sei de onde surgiram aqueles seres
mas com certeza sabiam realizar deles os prazeres
os instigavam ao clímax e a ereção
manifestavam neles a pura perverção
quando os primeiros raios de luz tocaram minha face
lembrei do que passei como um traste
desabei a me repudiar
as margens da Ipiranga a bradar
mas o pior foi lembrar daquela catraca
que se soubesse a arrancava
pois nela vi meu mundo ruir
diante de olhos vermelhos já a sucumbir
mas por sorte tudo era mentira,não é
estou em casa e daqui jamais arredei pé
jamais fui a tal festa
não vi nada crescer em minha testa
continuo o mesmo de antes
agora pegar a mochila e bioquímica avante
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